Sábado, 30 de Agosto de 2008
Nova terra

 

Em algum lugar, existe uma Terra
Onde os sonhos, tornam-se verdade
Basta fazer um pedido as estrelas,
E tudo se transforma em realidade
Vou marcar um encontro com você
Pra neste lugar habitarmos
Pois aqui estou de passagem
E tudo é incerto nesta viagem!
Lá posso voar como um pássaro,
Repousar sobre as nuvens
A energia é de liberdade
Não há lugar pra maldade
Se houver interesse de sua parte
O passaporte é a Bondade
Comece praticar diariamente
Faça seu pedido, com graça e arte
Liberte os velhos padrões de idéia
E acredite em novas possibilidades;
Poder brincar com as estrelas
E amar... com muita intensidade!!!
(Sônia Braga Urbano)


publicado por escorpion às 22:05
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008
Canto à Natureza

Eu canto...
No meu ode à Natureza
A sua bruma e beleza
Que nos seduz e extasia
Eu canto...
Nascentes , rios e fontes
Os lagos, vales e montes
Neste hino feito poesia ...

Eu canto...
Do mundo as maravilhas
Dos continentes e ilhas
Todos os encantos seus
Eu canto...
Amena a terra e o mar
A formosura sem par
Que nos foi dada por Deus.

Eu canto...
Jardins, frutos e as flores
Perfume, sabor e cores
E as estações do ano
Eu canto...
Tudo o que na terra habita
A sua força inaudita...
Que deslumbra o seu humano.

Eu canto...
Todo o mistério da vida
A que a terra deu guarida
Seus recursos e grandeza
Eu canto...
O poder da terra emerso
Exaltando aqui em verso
Quanto é bela a Natureza !...

Para ver e ouvir este lindo hino declamado pelo amigo e autor, acesse o link:
http://www.euclidescavaco.com/Recitas/Canto_a_Natureza/index.htm



publicado por escorpion às 15:16
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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008
O teu Sorriso (Pablo Neruda)

 

 

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.
Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.
A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.
Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.
À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera, amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.
Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria. 


publicado por escorpion às 00:46
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Domingo, 24 de Agosto de 2008
Liberdade de Amar

 


 

 

 
 

 


Não queira minha vida
junto a tua aprisionar...

Deixe o brilho de teu olhar
penetrar em meu olhar
sem cobranças, nem alianças.

Deixa no voar de minha liberdade
eu te descobrir.

Sou amante da poesia,

Filha da noite,

Irmã do sol,

Não me prendas,

Não me sufoques,

Venha conhecer as alamedas
por onde passeia meu coração...

Verás que sem as asas
da minha liberdade,
pereço qual pássaro no alçapão.


Cora Maria



publicado por escorpion às 23:47
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008
'À HORA EM QUE OS CISNES CANTAM...'
 


Nem palavras de adeus, nem gestos de abandono.
Nenhuma explicação. Silêncio. Morte. Ausência.
O ópio do luar banhando os meus olhos de sono...
Benevolência. Inconseqüência. Inexistência.

Paz dos que não têm fé, nem carinho, nem dono...
Todo o perdão divino e a divina clemência!
Oiro que cai dos céus pelos frios do outono...
Esmola que faz bem... — nem gestos, nem violência...

Nem palavras. Nem choro. A mudez. Pensativas
abstrações. Vão temor de saber. Lento, lento
volver de olhos, em torno, augurais e espectrais...

Todas as negações. Todas as negativas.
Ódio? Amor? Ele? Tu? Sim? Não? Riso? Lamento?
— Nenhum mais. Ninguém mais. Nada mais. Nunca mais...

(Cecília Meireles)


publicado por escorpion às 01:26
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008
Almas Apaixonadas (Ivete Tayar)

 

Basta olhar nos teus olhos para enxergar além dos horizontes...
Basta tocar em teus cabelos para começar uma viagem...
Basta sentir o teu perfume para os meus sentidos se perderem.
Ai de mim, alma apaixonada pelos teus encantos!
Sinto-te tão perto e ao mesmo tempo tão distante!
Talvez, seja apenas angústia de uma pessoa sonhadora, que busca esse amor perfeito,
o casamento das almas...
O indissolúvel
O que nem o tempo, assassino das paixões, nem a própria morte, a separadora dos corpos, poderão destruir.
É assim que te amo, além de todas as fronteiras...
É assim que te respeito, te busco e me encanto.
De dia ou de noite, meus pensamentos te buscam, e eu me entrego ao prazer de sonhar contigo.
Ai de mim alma apaixonada, sofro pela tua distância, pela tua ausência...
E mesmo em tua presença, sofro pelos minutos contados, pelo relógio que insiste em correr, sem respeitar o nosso amor.
Dizer que te amo é clichê velho  e sem graça!
Eu preciso de ti  para respirar, caminhar,  viver e até sonhar.
Mais que amor, o que eu sinto por ti é a estranha certeza de que de alguma maneira, fazemos parte um do outro coisa que só as almas apaixonadas podem entender, por isso nosso amor não se explica,  apenas se vive intensamente.

 



publicado por escorpion às 04:32
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Terça-feira, 19 de Agosto de 2008
A Caridade

 

Os que sofrem não te comovem
porque vives na vaidade?
Para Deus tua prece é pouco,
se faltares a caridade!
Vais à igreja, em meia a todos,
prá que vejam, em ti, bondade?
Perdes tempo perante Deus,
se faltares a caridade!
Se Jesus te chamar agora,
mostra a ele a tua verdade!
Nada tens prá levar ao alto,
se faltares a caridade!


publicado por escorpion às 02:01
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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008
Ausência (Nelson de Medeiros Teixeira)

 

Vai alta a madrugada...
Quem passar pela calçada
Há de ver  a lâmpada acesa...
Escrevo.
Busco falar contigo nos meus versos,
envolver-te nos meus sonhos dispersos,
onde tua presença é minha única certeza...
Ao redor tudo de tua ausência fala...
No meu corpo o teu perfume ainda exala,         
e a nostalgia canta esta saudade em verso e prosa...
Dos olhos d'alma uma lágrima sentida me agasalha o coração,  tal qual lá fora, na vasta e erma imensidão,
Cai doce orvalho agasalhando a rosa!


publicado por escorpion às 21:39
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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008
Poema do Templo de Shaolin (Monges Shaolin)

"Para trilhar o caminho do real Kung-fu,
primeiro deves encontrar um sólido cavalo.
Seus olhos devem ver tudo em toda direção
e treine suas mãos para a sua proteção.
Antes de fazer qualquer coisa,
faça de puro coração.
Suas mãos devem ser suaves como o algodão,
e duras como o aço.
Cinco portas para o corpo você tem que sentir.
Faça de sua defesa, um ataque para o seu adversário.
Ataque os oito caminhos e evite a morte,
defenda os oito caminhos e evite a morte.
A prática desenvolverá e conservará sua perícia,
como duas serpentes num combate sem fim.
Só assim você encontrará a satisfação de Buda."

 



publicado por escorpion às 22:10
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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008
Cores do Amor

Pintei você em todas as cores:
Branco para me dar a paz,
Azul para me falar do céu,
Verde para me dar a esperança
da vida nos dias meus.
Vermelho para levantar o meu astral.
Cor rubra rajásica
para não me deixar cair.
Amarelo para pintar
o meu campo florido em suaves pingos de ouro.

Lilás para me dar a suavidade de todas as auras
que preciso , para não me perder no caminho.
Rosa para me lembrar da infância querida.
Enfim, procurei pintá-lo em todas as cores
fora as que são de dentro
e essas não têm cor
pois saem do nosso peito
marcadas com a cor do amor.

E essa cor ninguém ainda descobriu
pois que é invisível para os olhos e
visível para o coração.

Assim, amor, eu o pintei na minha vida
tão cheia de paixão , para que nunca esqueça
que lhe dou as cores do meu coração.

(Autoria: Eda Carneiro da Rocha)



publicado por escorpion às 21:12
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