Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009
Raízes

Autor : Euclides Cavaco
Intérprete: John Pimentel


Sinto vibrar o meu peito
Quando com todo o respeito
O seu nome pronuncio
Em desmedida alegria
Meu ser todo se extasia
Com ostentação e brio.

É muito forte a raiz
Que me prende ao meu país
E dá estro à minha musa
Que mantém acesa a chama 
Deste filho que te ama
Por seres minha Pátria Lusa.

Refrão
Nasci aqui
Nesta Terra onde cresci
E com orgulho vivi
Neste País imortal
Que em mim habita
E no meu peito palpita
A minha pátria bendita
Que se chama Portugal !...

Tens um povo aventureiro
Que no mar foi pioneiro
D'herois e descobridores
Altaneiro e arrojado
Num mar nunca nevegado
Sem medo de Adamastores.

Ufana-me a nossa história
Por tantos feitos de glória
Muitas vezes triunfal
Teu passado é sempre novo
Serás p'ra teu nobre povo
Sempre nosso Portugal !...

 

Refrão 

 
Para ouvir este poema acesse:
 http://www.euclidescavaco.com/Fados_E_Musicas/Raizes/index.htm


publicado por escorpion às 03:22
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Quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
Ser feliz



 

 

Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso,
mas refletir sobre a tristeza.

Não é apenas comemorar o sucesso,
mas aprender lições nos fracassos.

Não é apenas ter júbilo nos aplausos,
mas encontrar alegria no anonimato.

Ser feliz é reconhecer
que vale a pena viver,
apesar de todos os desafios,
incompreensões e períodos de crise.

Ser feliz não é uma fatalidade do destino,
mas uma conquista de quem sabe viajar
para dentro do seu próprio ser.

(Recado POP.com)



publicado por escorpion às 14:04
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Terça-feira, 1 de Setembro de 2009
Assassinos, não passarão.

 

 

Não desesperes, Mãe!
O último triunfo é interdito
Aos heróis que o não são.
Lembra-te do teu grito:
Não passarão!

Não passarão!
Só mesmo se parasse o coração
Que te bate no peito.
Só mesmo se pudesse haver sentido
Entre o sangue vertido
E o sonho desfeito.

Só mesmo se a raiz bebesse em lodo
De traição e de crime.
Só mesmo se não fosse o mundo todo
Que na tua tragédia se redime.

Não passarão!
Arde a seara, mas dum simples grão
Nasce o trigal de novo.
Morrem filhos e filhas da nação,
Não morre um povo!

Não passarão!
Seja qual for a fúria da agressão,
As forças que te querem jugular
Não poderão passar
Sobre a dor infinita desse não
Que a terra inteira ouviu
E repetiu:
Não passarão!

(Miguel Torga in Poemas Ibéricos)


publicado por escorpion às 01:35
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